Nascido na Cidade de São Paulo, Capital. Graduado em LETRAS, em 2006. Escritor e Membro Fundador da Academia Olimpiense de Letras (AOL), desde 2012. Atual Presidente da Academia Olimpiense de Letras.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2022
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
Comunicação construtiva entre professor e aluno
Você já falou algo para alguém com boa intenção, mas não foi bem interpretado e o sujeito não reagiu como esperado? Mal-entendidos como esse podem ocorrer pois há diferença entre o que se quer dizer e como o receptor compreende o que foi dito. Toda vez que nos dirigimos a outra pessoa, transmitimos mensagens que afetam as emoções e os sentimentos dela, para melhor ou pior. Por isso, nós, educadores, precisamos ir além da boa intenção e aprender a nos comunicar de modo construtivo, usando procedimentos que auxiliem a estabelecer diálogos efetivos, mesmo nas difíceis condições da sala de aula.
A conversa com um aluno sobre determinado acontecimento ou comportamento dele, como uma postura inadequada, é mais eficiente quando não há julgamentos, culpabilizações ou desconfianças. O ideal é falar da situação, e não do caráter do envolvido. Em vez de dizer Vocês são bagunceiros, o melhor é Vocês estão saindo da classe, mas vejo carteiras fora do lugar e papéis no chão. A linguagem assim formulada, de maneira descritiva, favorece a colaboração e dá oportunidade para ele concluir o que fazer.
Evite acusar ou atacar. Isso faz com que o ouvinte canalize a energia em se defender ou se justificar, e não em solucionar o problema. Reprimendas somente incitam a raiva e diminuem a autoestima. Comentários negativos, como Você derruba tudo, que desajeitada!, também não ajudam. Já a linguagem sem crítica atrai a cooperação: A tinta caiu. Depois de limpar, vamos pensar em o que fazer para ela não cair mais?.
Quando é preciso usar a autoridade, seja firme e opte por falas curtas e objetivas, deixando de lado os sermões e as lições de moral: As mesas não foram feitas para subir nelas. Desça. E não grite, pois demonstra perda do controle. O confronto é desgastante e pode resultar em enfrentamentos. Em vez de ordenar ou ameaçar, ofereça opções, mesmo que as alternativas não sejam agradáveis. Por exemplo, dê ao aluno que grita a possibilidade de falar em voz baixa ou berrar sozinho na quadra, onde não incomoda a turma.
Quando o problema envolve o professor e os alunos, como a bagunça em classe, vale demonstrar o próprio ponto de vista, descrevendo o fato e o sentimento: Não estou conseguindo ouvir o que o Bruno está dizendo. O que podemos fazer para escutar uns aos outros?.
Caso a intenção seja acalmar alguém ou demonstrar compreensão, uma boa estratégia é a escuta ativa, em que o adulto repete resumidamente o que foi dito pela criança, sem censuras ou críticas, procurando clarear os sentimentos dela e estimulá-la a encontrar uma solução para a questão. Vale ressaltar que não existem sentimentos bons ou ruins, e todos devem ser reconhecidos. As ações que poderiam decorrer deles é que devem ser limitadas. Por exemplo: Você ficou chateada com o que a Ana fez e quer bater nela. Mas, não se bate nas pessoas. Como resolver isso sem agredir?. Assim, o aluno pode refletir sobre outras possibilidades de ação.
Claro que ninguém é paciente sempre! Essa raiva pode ser valiosa quando expressa apropriadamente e sem causar danos. Em vez de dizer Você é irritante!, o melhor é falar Quando você fica insistindo assim, vou me irritando. Aprender outra forma de se comunicar transforma as relações e requer paciência, prática e treinamento. Os alunos cooperam mais e resistem menos ao educador quando o diálogo é pautado no respeito e a dignidade de cada um é resguardada.
professora de Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
terça-feira, 10 de setembro de 2019
CONSELHO TUTELAR - VOTE 13
CANDIDATO A CONSELHEIRO TUTELAR VOTE 13
segunda-feira, 8 de julho de 2019
CURSO DE TEATRO OLIMPIA
Avenida Fernando Moro, 120 – São José – Olímpia/SP
(17) 3281-9384 - (17) 9 9735-5045
abecao.olimpia02@gmail.com
Inscrições das 8h ás 16h, de segunda á sexta-feira.
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Eu sou o Jeca Tatu.
Que se faz com as duas mão.
Mas porém num sabe as lezes
Da natureza, e que Deus
Fez pra nóis com o coração.
Vassuncê é um Senadô,
É um conseiêro, é um dotô,
É mais que um imperadô,
É o mais grande cirdadão
Mas porém eu lhe garanto
Que nada disso seria
Naquelas mata bravia
Das terra do meu sertão.
A miséra, sêo doto
Também a gente consola.
O orguio é que mata a gente.
Vancê qué ser Presidente...
E eu sou quero ser rocêro
E tocadô de viola
Vancê tem todo o direito
De ganhá cém mir pru dia
Pra mió podê fala.
Mas porém o que num póde
É a inguinorância insurtá.
A gente, sêo conseiêro
Tá cansada de esperá.
Vancê diz que a gente véve
Com a mão no queixo, assentado
Sem fazê causo das coisa
Que vancê diz no senado.
E vassuncê tem razão.
Se nóis tudo é anarfabéto,
Cumé que a gente vai lê
Toda aquela falação?
Preguiçoso? madracêro?
Não sinhô, sêo conseiêro.
É pruquê vancê num sabe
O que seje um boiadêro
Criá cum tanto cuidado
Cum tanto amô e alegria
Umas cabeça de gado
E despois, a impedemia
Carregá tudo com os diabo
Em meno de quatro dia.
É pruquê vancê num sabe
O trabaio desgraçado
Qui um homi tem, sêo doto
Pra incoivará um roçado,
E quando o ouro do mio
Vai ficando embonecado
Pra gente entônce coiê...
O mio morre de sede
Pulo sor esturricado
Sequinho cumo vancê.
É pruquê vancê num sabe
Quanto é duro um pai sofrê
Vendo seu fio crescendo
Dizendo sempre... papai,
Vem me ensina o A B C.
Pru móde a politicáia
Vancê qué que um homi sáia
Do sertão pra vim votá
Em Juaquim, Pedro ou Francisco
Quando vem a ser tudo iguá.
Vancê tem um casarão
Tem um jardim, uma chaca
Tem criado de casaca
E ganha tudos os dia
Quer chova quer faça sor,
Só pra falá... cem mir réis..
Eu trabáio o ano inteiro
Somente quando Deus qué
Eu vivo do meu roçado
Me esfarfano cumo um burro
Pra sustentá oito fio,
Minha mãe minha muié.
Eu drumo im riba de um couro
Numa casa de sapé.
Vancê tem seu otromóve,
Eu pra vim no povoado
Ando dez légua de pé.
O sór teve tão ardente
Lá pras banda do sertão
Que em mêno de quinze dia
Perdi toda a criação.
Na semana retrasada
O vento tanto ventô,
Que a páia que cobre a chóça
Foi pulos mato... avuô.
Minha muié ta morrendo
Só por farta de mézinha...
E pru farta de um dotô.
Minha fia que é bonita
Bunita cumo uma frô..
Sêo dotô... num sabe lê...
E o Juquinha que ainda tá
Cherando memo a cuêro
E já ponteia a viola,
Se entrasse lá pruma escola
Sabia mais que vancê.
Preguiçoso? Madracêro?
Não sinhô sêo conseiêro...
Vancê diga aos cumpanhêro
Que um cabra, o Zé das caboca
Anda cantando estes versos
Que hoje lá no sertão
Avôa de boca im boca.
(canta) Eu prantei a minha roça
o tatu tudo comeu
prante roça quem quizé
que o tatu hoje sou eu..
Vassuncê sabe onde tá
O buraco adônde véve
O tatú esfomeado?
Tá nos palaço da corte,
Dessa porção de ricaço
Que fez aquele palaço
Cum o sangue dos desgraçado.
Vancêis tem rio de açude
Tem os dotô da hingena
Que é pra cuidá da saúde...
E nóis, o que é que tem?
Arresponda?
No tempo das inleição
Que é o tempo das bandaiêra
Nóis só tem uma cangáia
Pra levá toda a porquêra
Dos dotô puliticáia.
Vancê qué ser presidente?
Apois seja, meu patrão.
A nossa terra, o Brasí
Já tem muita intiligência,
Muito homi de sabença
Que só dá pra espertaião.
Leva o diabo a falação.
Pra sarvá o mundo inteiro
Abasta ter coração.
Prôs homi de intiligência
Trago cumigo esta figa
- Esses homi tem cabeça,
mas porém o que é mais grande
do que a cabeça... é a barriga.
Sêo conseiêro... um consêio.
Dêxe toda a birbotéca
Dos livro... e se um dia vancê quizé
Passá uns dia de fome
De fome e tarveis de sede,
E drumí lá numa rêde
Numa casa de sapé,
Vá passá comigo uns tempo
Nos mato do meu sertão,
Que eu hei de lhe abrir as porta
Da choça e do coração.
Eu vorto pros matagá,
Mas porém oiça premero:
Vancê pode nos xingá,
Chamá nóis de madraçêro.
Purquê nóis, Seu Conseiêro,
Nun qué sê mais bestaião!
Não!... Inquanto os home di riba
Dexá nóis tudo mazombo,
E só cuidá dos istombo,
E só tratá di inleição...
Seu Conseiêro hái de vê,
Pitano seu cachimbão,
O Jeca-Tatu se rindo,
Si rindo... cuspindo
Sempre cuspindo,
Co quêxo inriba da mão!
Eu sei que sô um animá,
Eu nem sei mêmo o que eu sô.
Mais, porém, eu lhe agaranto
Qui o qui vancê já falô,
E o qui ainda tem de falá,
O qui ainda tem de inscrevê,
Todo, todo o seu sabê,
E toda a sua saranha...
Não vale uma palavrinha,
Daquelas coisa bunita,
Qui Jesuis, numa tardinha,
Disse, inriba da montanha!...
In: Sertão em Flor, 1939
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Quem sou?
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
ACADEMIA OLIMPIENSE DE LETRAS
VICE PRESIDENTE: Julio Cesar Faria
1ª SECRETÁRIA: Claudenice Sisto
2ª SECRETÁRIATaise Renata da Cruz
1º Tesoureiro: Genival Ferreira de Miranda
2º Tesoureiro: Heitor Monteiro Barbosa
MEMBRO ADJUNTO do CONSELHO FISCAL: Paulo Cesar Barcellos Pereira
MEMBRO ADJUNTO do CONSELHO FISCAL: Samuel Candido de Oliveira Castro
Luci Patrian Bonin – Socio Fundador
Lina Arantes – Socio Fundador
Telia Conceição Prado Rodrigues – Socio Fundador
José Roberto Canoas- Socio Fundador
Raphael Antonio Grecco Ramos – Socio Fundador
Ademir Antonio Minari – Socio Fundador
Marina Pasini Salemi – Fundador Benemérito
Rodrigo Cesar Marini – Fundador Benemérito
- Requerimento de Inclusão (a ser feito na Casa de Cultura);
- Votação de entrada de novo membro pelos membros fundadores;
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
FAMÍLIA MIRANDA
sábado, 28 de agosto de 2010
EDUCAR BEM? DE QUEM É ESSE PAPEL?

A família, seja ela tradicional ou não, é a principal responsável pela educação de uma criança. É na família que a criança aprende a dar e receber afeto, administrar a explosão de sentimentos, uma religião (ou a não ter religiões), hábitos de higiene e de ordem, compartilhar vivência e a língua materna (ou as línguas, em alguns casos). A maior parte dos aprendizados que ocorrem no contexto familiar se dá pela observação do que fazem os pais. Se os pais têm o habito de se ofenderem com palavras de baixo calão, a criança aprendera rapidamente a fazer o mesmo. Se, ao contrário, os pais vivem numa relação de mutuo respeito, a criança tenderá a reproduzir este respeito na relação com ele e com outras pessoas de sua convivência diária. Da mesma maneira, se os pais gastam o tempo livre na frente da televisão, não podem esperar que seus filhos aprendam a gostar de ler bons livros.
Mas há um aprendizado ainda mais importante que a família transmite: valores. É como os pais e demais familiares que aprendemos a valorizar o esforço e a ética, ou alternativamente a malandragem e a esperteza. Também aprendemos a ser generosos, a ter compaixão, ou a sermos gananciosos e autofocados.
No entanto, a educação não se restringe à família. A escola também tem importante papel, não apenas na formação de hábitos e na disseminação de valores, como no desenvolvimento de competências para a vida futura dos alunos como cidadãos profissionais. Assim, cabe à escola promover a capacidade de leitura e interpretação de textos, de comunicação escrita competente, de raciocínio matemática e deve instigar uma mente investigativa nos alunos, base para conhecimento e pesquisa cientifica. Ao mesmo tempo a escola deve repassar conhecimentos que garantam aos estudantes a compreensão do processo histórico, das ações e reflexões de seus personagens e pensadores, da localização dos acidentes geográficos, das comunidades humanas e suas atividades no planeta e também das leis que regem os fenômenos naturais. E o mais desafiador é garantir a ligação entre os saberes. É importante ensinar diferentes disciplinas. Mas é igualmente relevante mostrar os vínculos entre elas. Afinal, o mesmo ser humano que se questiona sobre o destino último de nossa condição está submetido a leis físicas, a uma herança histórica e aos condicionantes que sua geografia lhe impõe.
É papel da sociedade como um todo educar bem os seus cidadãos. Pensando em algumas recomendações que poderiam ser dadas a educadores, pais, crianças e jovens. Para os pais é muito importante ter em mente que a educação é tarefa prioritária da família e que ela ocorre não por discursos aos filhos, mas peã observação direta que eles fazem, no cotidiano, de nossas ações e dos valores que pautam nossas vidas. Aos educadores, deve-se desenvolver um espírito de profissionalismo e responsabilidade e, ao mesmo tempo, lembrar que o educador (diz Rubem Alves), é uma árvore frondosa que dá sombra e faz com que os alunos queiram ficar lá debaixo de seus galhos levantados para céu, enquanto as raízes buscam alimento. Encantar e instigar são as palavras chave.
Aos alunos, a proposta é saber que vocês são protagonistas dos seus sonhos. A família lhes ensina valores, a escola lhes da conhecimentos, mas vocês são portadores de sonhos de futuro e ninguém vai construí-los para vocês. Após receber uma boa educação, cabe a cada um construir sua vida e, com muito esforço e alguma sorte, ser gente da construção do futuro ou lamentar os insucessos ocorridos. Mas tudo começa com a formação de um sonho, seja ele qual for.
Mas o que é educar bem para um estado ou município? É investir com persistência na melhoria do ensino, com instrumentos adequados para aferir se as crianças estão aprendendo, incluir todos na escola, garantindo educação de qualidade para todos e para cada um. O mais importante para educação é a vivencia de bons valores, honestidade, respeito, caridade, compaixão e retidão. Os Sonhos ajudam a construir um mundo mais bonito!
Genival Ferreira de Miranda
Professor, Coordenador de Cursos da AOPA e
Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social
A IMPORTÂNCIA EM FAZER AS CRIANÇAS LEREM.
Desde pequenos, as crianças devem ser apresentadas aos livros, que devem ser coloridos, atraentes, divertidos e alegres. Os pais têm uma enorme responsabilidade em ler para os seus filhos antes de dormir, incentivando-os e aproveitando momentos gostosos através da leitura. O livro não deve ser uma obrigação e sim um prazer. Um dos problemas atuais nas escolas é sem duvida a escolha dos livros nas diversas séries. Às vezes, uma escolha mal feita leva o aluno a não gostar de ler. Por isso, é importante que a idade dos alunos seja respeitada e o gênero do livro seja condizente com seus interesses. Outro fator importante é não forças os filhos a ler. A leitura pode se transformar em um problema por causa da obrigatoriedade. Talvez o melhor a fazer seja ir a uma livraria com eles, para escolherem juntos os livros a serem lidos. Pergunte a seus filhos o que eles gostam, quais os assuntos que eles interessam, e desde modo você estará conhecendo melhor sua personalidade e gostos.
Depois que seus filhos lerem o livro, sentem-se e conversem sobre o que ele mais gostou da história, quais os personagens favoritos, mas não façam disso uma prova de conhecimento! E sim uma conversa gostosa sobre os personagens e o que aconteceu na história. É uma forma de conhecer melhor os pensamentos e valores dos seus filhos, e conversar a respeito de assuntos que vocês achem importantes.
Se já é difícil fazer nossas crianças lerem em casa, na escola a tarefa fica ainda mais complicada. Os professores querem que a leitura seja algo prazeroso, mas parece não conhecer o que é prazeroso para seus alunos. Muitas vezes, vejo alunos que já estão lendo um livro e reclamam que precisam parar de lê-lo para ler o que o professor mandou, que não é tão agradável quanto ao que estavam lendo. Temos que saber qual é o nosso objetivo como professor, estimular a leitura ou obrigar os alunos a lerem para simplesmente “aprenderem” alguma coisa.
Eu diria aos professores para conhecerem seus alunos, a faixa etária, e procurarem saber do que eles gostam, pelo que eles se interessam. Um livro interessante é um convite à leitura!
Outro fator a ser levado em consideração é que os gostos e interesses são diferentes para meninos e meninas, portanto também isto deve ser discutido com os alunos. Em um mês, os meninos lerão um livro que as meninas escolherem, e no próximo mês, as meninas deverão ler o livro que os meninos escolherem. Colocá-los em grupo para que discutam o que gostaram e o que não gostaram pode fazer a reflexão ficar bastante interessante e profunda.
Genival Ferreira de Miranda
Professor, Pedagogo e especialista em Língua e Literatura
ESCOLHENDO A PROFISSÃO
Hoje os tempos são outros e as profissões se multiplicam na mesma velocidade que a população do mundo, que vem aumentando acima das expectativas e possibilidades da humanidade.
Analisando uma lista de alunos aprovados no vestibular que concluíram o ensino médio no ano de 2009, percebemos um número maior de possibilidades. Em primeiro lugar os tradicionais, médico, engenheiro e advogado são apenas 20% das escolhas dos alunos aprovados. Os também já manjados, Psicologia e Pedagogia somam 15% e Administração outros 15%, totalizando ai a metade dos alunos.
A outra metade é tão dividida que temos até o curso de Ciências da Natureza (da USP), Comunicação, Design, Audiovisual, Fisioterapia, Biologia, Arquitetura, Ciências Sociais, Relações Públicas, Veterinária, Odontologia, Relações Internacionais e lazer e Turismo.
Como se percebe, realmente as opções se ampliaram e muito, mas como escolher o seu caminho, a profissão de sua vida?
Cada um tem a sua história de como chegou a sua profissão e como foi sua escolha, mas existem algumas regrinhas que me parecem iguais:
É preciso escolher algo em que se acredita uma profissão que realiza a pessoa e a deixa feliz ao regressar para casa depois de um dia de trabalho.
É importante ter as ferramentas para exercer a profissão, não adianta querer ser médico e desmaiar quando vê sangue!
Não se deixe influenciar para seguir a carreira do pai ou da mãe, pois você é uma pessoa diferente apesar de educada por eles e pode não ter a mesma vontade profissional deles.
Não se apresse, caso não esteja decidido, espere um pouco mais para não acabar fazendo uma escolha errada e desistindo antes de concluir o curso (e ai o tempo perdido será maior).
A melhor dica é fazer algo que você goste e sinta prazer em fazer, deve escolher uma profissão que não seja um sacrifício diário, pelo contrário, que seja algo que você adore fazer. Para ser bem sucedido na profissão, a primeira coisa a fazer é apaixonar-se por ela.
Genival Ferreira de Miranda
Professor, coordenador de Cursos da AOPA e
Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social
sábado, 14 de agosto de 2010
Conselheiros de Olímpia participam da Capacitação de Agentes de Controle Social

O presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Olímpia, Professor Genival Ferreira de Miranda, e as conselheiros Edna Marques da Silva e Solange Teresinha Rebellato dos Santos, ambas assistentes sociais, participaram de curso de capacitação de agentes municipais em Marília, nos dias 31 de maio e 2 e 3 de junho. O evento aproximadamente outros 50 conselheiros de vários municípios do interior paulista.

O curso foi ministrado pelo INBRAPE – Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas Sócio-Econômicos, contratado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para executar o Projeto de Capacitação de Agentes Públicos Municipais de Controle Social da Política de Assistência Social e do Programa Bolsa Família (PBF), nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Segundo Genival Miranda, o projeto se dividiu em duas etapas: a primeira com três dias de aulas expositivas (pela manhã) e oficinas de aprendizagem (à tarde), com carga horária total de 24 horas, e a segunda destinada à elaboração de Relatório de Conclusão da Capacitação, com duração de 45 (quarenta e cinco) dias contados a partir do encerramento da etapa presencial.

De acordo com ele, o projeto tem como objetivo oferecer aos membros dos Conselhos Municipais de Assistência Social (CMAS) e das Instâncias de Controle Social do Programa Bolsa Família (ICS/PBF) de todos os municípios brasileiros os conhecimentos e atitudes essenciais ao desempenho de suas atribuições legais, de forma a aprimorar sua capacidade institucional e contribuir para a efetividade do controle social. “A capacitação foi muito instrutiva e esclarecedora, proporcionou atualização, troca de idéias e de experiências, aprendemos muito e agora temos o compromisso de multiplicar essas informações para os outros conselheiros e a sociedade”, diz Miranda.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
RECREAÇÃO PÁSCOA
A criança só se desenvolve se tiverem oportunidade de expressar o que sente e quando você ouve o seu sentimento isto para ela trabalhar com amor.A criança só sente ouvida quando você interage em um dialogo, respeitando o seu ritmo, gostam de fazer parte daquilo que esta acontecendo e fica feliz quando lhe são atribuídas responsabilidades, nunca se esqueça de olhar para os olhos delas mesmo que sejam muitas,,humor,espírito jovem,pronto a ouvir,voz calma,linguagem adequada, sinceridade,paciência e compreensão, motivação,limites estabelecidos são coisas que elas esperam de nos.
RECREAÇÃO
Objetivos da recreação: Relaxar, gastar energia, apreender algo, instruir, serve para comunicar algo, serve para melhorar as relações entre pessoas. Motivar para uma atividade onde o lúdico (mostrar de uma outra forma a realidade, brincando toma o papel da realidade. Esta pôr sua vez deve conter regras claras e ter função educativa, antes de começar o jogo deve-se fazer uma narração minuciosa).










