terça-feira, 10 de setembro de 2019

CONSELHO TUTELAR - VOTE 13

Sou professor, sou pedagogo, sou artista, sou palestrante, sou escritor, sou protetor incansável das crianças e dos adolescentes. Possuo graduação em LETRAS, PEDAGOGIA e ARTES pelo Centro Universitário Claretiano. fui Conselheiro Tutelar em 2015 , Diretor Administrativo na ONG Humanizar (Educandário Frei Roque Biscione, coordenador de Pedagógico na AOPA - Associação Olímpiense de promoção do Adolescente, Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Olímpia, Primeiro Secretário do Conselho de Cultura de Olímpia, lecionou Espanhol no Centro de Estudos de Línguas CEL - Dr. Antonio Augusto Reis Neves e desenvolveu o Projeto Iniciação Teatral - Artes Dramáticas com o apoio da Secretária Municipal de Cultura de Olímpia . Possuo experiência na área de Educação, atuando como professor e coordenador, principalmente nos seguintes temas: Literatura: contos e lendas, Teatro, orientação profissional, cidadania e controle social.

CANDIDATO A CONSELHEIRO TUTELAR VOTE 13

Currículo Mínimo

Genival Ferreira de Miranda, 50 anos, solteiro, católico, professor, pedagogo, artista, palestrante, escritor, protetor incansável dos direitos das crianças e dos adolescentes. Possui graduação em LETRAS, PEDAGOGIA na FAER e ARTES pelo Centro Universitário Claretiano, atualmente cursando MATEMATICA pela Univesp. Desde muito jovem é membro atuante da igreja católica, tendo participado em várias pastorais, como líder de grupo de jovens, catequista, membro de equipe da liturgia, Ministro Extraordinário da Eucaristia, equipe do canto.  Diretor Administrativo na ONG Humanizar (Educandário Frei Roque Biscione), coordenador de Pedagógico na AOPA - Associação Olímpiense de promoção do Adolescente, Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Olímpia, Primeiro Secretário do Conselho de Cultura de Olímpia, lecionou Espanhol no Centro de Estudos de Línguas CEL - Dr. Antônio Augusto Reis Neves, criado e idealizador do Projeto Iniciação Teatral - Artes Dramáticas para crianças e Jovens, com o apoio da Secretária Municipal de Cultura de Olímpia. Conselheiro Tutelar no ano de 2015, por 8 meses, como suplente. Possui experiência na área de Educação; como professor e coordenador, principalmente nos seguintes temas: Literatura: Contos e Lendas, Teatro, Orientação Profissional, Curso Profissionalizante, Treinamento. Área da Assistência Social; como Agente Social, Instrutor, Arte Educador, Oficineiro nos programas: Pro-jovem, L.A, Ação Jovem, PAIF, cidadania e controle social. Atualmente é professor na rede municipal de ensino em series iniciais do ensino fundamental, também formador no programa de jovem aprendiz e professor de teatro na ABECAO.

Tendo ciência da responsabilidade exigida para o cargo e me comprometo novamente a cumpri-lo com ética, dedicação, profissionalismo e amor.

segunda-feira, 8 de julho de 2019

CURSO DE TEATRO


CURSO DE TEATRO OLIMPIA



Ainda estão abertas as inscrições para nosso curso de Teatro.
Totalmente gratuito, venha conhecer a arte da interpretação. O curso auxilia você na desinibição, gravações de vídeos, falar em público, e muito mais. Deixe o teatro entrar na sua vida.
Vem fazer parte do maior projeto cultural de Olímpia e Região.
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A ABECAO (Associação Beneficente Cultural e Assistencial de Olímpia) é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, de defesa dos direitos sociais. Fundada em 1963 e declarada de utilidade pública (municipal e estadual) pelos relevantes serviços prestados a comunidade da cidade de Olímpia, interior do Estado de São Paulo, estância turística e Capital Nacional do Folclore (Lei Federal No. 13.566/2017).
ABECAO
Avenida Fernando Moro, 120 – São José – Olímpia/SP
(17) 3281-9384 - (17) 9 9735-5045
abecao.olimpia02@gmail.com
Inscrições das 8h ás 16h, de segunda á sexta-feira.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Eu sou o Jeca Tatu.


Vancê só sabe de lezes
Que se faz com as duas mão.
Mas porém num sabe as lezes
Da natureza, e que Deus
Fez pra nóis com o coração.

Vassuncê é um Senadô,
É um conseiêro, é um dotô,
É mais que um imperadô,
É o mais grande cirdadão
Mas porém eu lhe garanto
Que nada disso seria
Naquelas mata bravia
Das terra do meu sertão.

A miséra, sêo doto
Também a gente consola.
O orguio é que mata a gente.
Vancê qué ser Presidente...
E eu sou quero ser rocêro
E tocadô de viola

Vancê tem todo o direito
De ganhá cém mir pru dia
Pra mió podê fala.
Mas porém o que num póde
É a inguinorância insurtá.
A gente, sêo conseiêro
Tá cansada de esperá.

Vancê diz que a gente véve
Com a mão no queixo, assentado
Sem fazê causo das coisa
Que vancê diz no senado.
E vassuncê tem razão.
Se nóis tudo é anarfabéto,
Cumé que a gente vai lê
Toda aquela falação?

Preguiçoso? madracêro?
Não sinhô, sêo conseiêro.
É pruquê vancê num sabe
O que seje um boiadêro
Criá cum tanto cuidado
Cum tanto amô e alegria
Umas cabeça de gado
E despois, a impedemia
Carregá tudo com os diabo
Em meno de quatro dia.

É pruquê vancê num sabe
O trabaio desgraçado
Qui um homi tem, sêo doto
Pra incoivará um roçado,
E quando o ouro do mio
Vai ficando embonecado
Pra gente entônce coiê...
O mio morre de sede
Pulo sor esturricado
Sequinho cumo vancê.

É pruquê vancê num sabe
Quanto é duro um pai sofrê
Vendo seu fio crescendo
Dizendo sempre... papai,
Vem me ensina o A B C.

Pru móde a politicáia
Vancê qué que um homi sáia
Do sertão pra vim votá
Em Juaquim, Pedro ou Francisco
Quando vem a ser tudo iguá.

Vancê tem um casarão
Tem um jardim, uma chaca
Tem criado de casaca
E ganha tudos os dia
Quer chova quer faça sor,
Só pra falá... cem mir réis..
Eu trabáio o ano inteiro
Somente quando Deus qué
Eu vivo do meu roçado
Me esfarfano cumo um burro
Pra sustentá oito fio,
Minha mãe minha muié.

Eu drumo im riba de um couro
Numa casa de sapé.
Vancê tem seu otromóve,
Eu pra vim no povoado
Ando dez légua de pé.

O sór teve tão ardente
Lá pras banda do sertão
Que em mêno de quinze dia
Perdi toda a criação.
Na semana retrasada
O vento tanto ventô,
Que a páia que cobre a chóça
Foi pulos mato... avuô.

Minha muié ta morrendo
Só por farta de mézinha...
E pru farta de um dotô.
Minha fia que é bonita
Bunita cumo uma frô..
Sêo dotô... num sabe lê...
E o Juquinha que ainda tá
Cherando memo a cuêro
E já ponteia a viola,
Se entrasse lá pruma escola
Sabia mais que vancê.

Preguiçoso? Madracêro?
Não sinhô sêo conseiêro...
Vancê diga aos cumpanhêro
Que um cabra, o Zé das caboca
Anda cantando estes versos
Que hoje lá no sertão
Avôa de boca im boca.

(canta) Eu prantei a minha roça
o tatu tudo comeu
prante roça quem quizé
que o tatu hoje sou eu..

Vassuncê sabe onde tá
O buraco adônde véve
O tatú esfomeado?
Tá nos palaço da corte,
Dessa porção de ricaço
Que fez aquele palaço
Cum o sangue dos desgraçado.

Vancêis tem rio de açude
Tem os dotô da hingena
Que é pra cuidá da saúde...
E nóis, o que é que tem?
Arresponda?
No tempo das inleição
Que é o tempo das bandaiêra
Nóis só tem uma cangáia
Pra levá toda a porquêra
Dos dotô puliticáia.

Vancê qué ser presidente?
Apois seja, meu patrão.
A nossa terra, o Brasí
Já tem muita intiligência,
Muito homi de sabença
Que só dá pra espertaião.
Leva o diabo a falação.
Pra sarvá o mundo inteiro
Abasta ter coração.

Prôs homi de intiligência
Trago cumigo esta figa
- Esses homi tem cabeça,
mas porém o que é mais grande
do que a cabeça... é a barriga.

Sêo conseiêro... um consêio.
Dêxe toda a birbotéca
Dos livro... e se um dia vancê quizé
Passá uns dia de fome
De fome e tarveis de sede,
E drumí lá numa rêde
Numa casa de sapé,
Vá passá comigo uns tempo
Nos mato do meu sertão,
Que eu hei de lhe abrir as porta
Da choça e do coração.

Eu vorto pros matagá,
Mas porém oiça premero:

Vancê pode nos xingá,
Chamá nóis de madraçêro.
Purquê nóis, Seu Conseiêro,
Nun qué sê mais bestaião!
Não!... Inquanto os home di riba
Dexá nóis tudo mazombo,
E só cuidá dos istombo,
E só tratá di inleição...

Seu Conseiêro hái de vê,
Pitano seu cachimbão,
O Jeca-Tatu se rindo,
Si rindo... cuspindo
Sempre cuspindo,
Co quêxo inriba da mão!

Eu sei que sô um animá,
Eu nem sei mêmo o que eu sô.
Mais, porém, eu lhe agaranto
Qui o qui vancê já falô,
E o qui ainda tem de falá,
O qui ainda tem de inscrevê,
Todo, todo o seu sabê,
E toda a sua saranha...
Não vale uma palavrinha,
Daquelas coisa bunita,
Qui Jesuis, numa tardinha,
Disse, inriba da montanha!...
© CATULLO DA PAIXÃO CEARENSE
In: Sertão em Flor, 1939

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Quem sou?

Sou um educador que ama; Teatro, Dança, Literatura, Filosofia, Psicologia, Mitologia e Folclore... Por isso sou um eterno pesquisador e humilde divulgador da cultura Nacional.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

ACADEMIA OLIMPIENSE DE LETRAS



1º DIRETORIA ELEITA DA ACADEMIA OLIMPIENSE DE LETRAS:
PRESITENDE: Matheus de Ávila Cosso
VICE PRESIDENTE: Julio Cesar Faria
1ª SECRETÁRIA: Claudenice Sisto
2ª SECRETÁRIATaise Renata da Cruz
1º Tesoureiro: Genival Ferreira de Miranda
2º Tesoureiro: Heitor Monteiro Barbosa

CONSELHO FICAL DA ACADEMIA OLIMPIENSE DE LETRAS:
PRESIDENTE do CONSELHO FISCAL: João Carlos Sponquiado
MEMBRO ADJUNTO do CONSELHO FISCAL: Paulo Cesar Barcellos Pereira
MEMBRO ADJUNTO do CONSELHO FISCAL: Samuel Candido de Oliveira Castro

DEMAIS SÓCIOS FUNDADORES DA ACADEMIA OLIMPIENSE DE LETRAS:
Aline Gabrryele Ballbo – Socio Fundador
Luci Patrian Bonin – Socio Fundador
Lina Arantes – Socio Fundador
Telia Conceição Prado Rodrigues – Socio Fundador
José Roberto Canoas- Socio Fundador
Raphael Antonio Grecco Ramos – Socio Fundador
Ademir Antonio Minari – Socio Fundador
Esta assim formada a Academia Olimpiense de Letras (AOL), tendo como Associados Benemeritos (que auxiliam a mesma, ou que já ajudaram seja de forma material ou moral):
Eugenio José Zuliani – Fundador Benemérito
Marina Pasini Salemi – Fundador Benemérito
Rodrigo Cesar Marini – Fundador Benemérito

* INTERESSADOS A SE ASSOCIAR  À AOL: Ainda podem ser Associados a esta Academia, tantos quantos escritores assim o queiram, mas o processo de inclusão seguirá :
 - Requerimento de Inclusão (a ser feito na Casa de Cultura);
 - Votação de entrada de novo membro pelos membros fundadores;